Em 2007, 40 produtores voltaram a exportar para a Rússia, até que houve nova proibição, pois os exames da higiene constataram que 50% dos vinhos continham as substâncias.
Hoje Gennadij Onischtschenko, da inspeção de higiene russa afirma: "Os vinhos não são consumíveis, servindo melhor para pintar cercas". Como consequência, meio milhão de garrafas foram apreendidas, das quais, cerca de 90% estão de acordo com os padrões aceitáveis. No entanto, a razão de tudo isso parece ser é política. Ocorre que a situação está muito difícil, pois 80% da produção é comprada pela Rússia e cerca de um quarto dos moldavos trabalham no ramo de vinhos.
Acrescente-se que a Moldávia é um país de tradição vinícola, tendo já os gregos há 2500 anos elogiado o vinho produzido na região. Alguns produtores conhecidos internacionalmente são: Pukary, Romanesti, Vitis Hincest, Dionis Club Aurvin, Cricova SA e Arcorex Cricova. A cidade de Mileştii Mici está no livro Guiness de recordes, com a maior coleção de vinhos raros da Europa, com um total de 1,5 milhões de garrafas.