Os produtores sulafricanos entendem que o acréscimo da água no mosto serve para melhorar a qualidade mas não para aumentar a quantidade do vinho produzido. Isso porque as uvas amadurecem tarde, o que aumenta concentração de álcool. A água reduz o teor alcoólico. A tendência é a produção de vinhos de baixo teor alcoólico, sendo a água um meio legítimo para a redução.
"A União Europeia permite a intrudução de até 2% de água para reduzir o álcool, mas apenas para finalidade experimental", diz Partington. Caso a África do Sul venha a utilizar essa prática, não é possível garantir que os vinhos possam ser exportados para a União Europeia.