Há muitos métodos para tampar as garrafas de vinho. O mais utilizado é a rolha. No entanto, a rolha é feita de cortiça, que é material caro, raro e passível a apresentar problemas. As rolhas não duram eternamente, podendo secar e causar o gosto de rolha no vinho, o que o torna ruim para o consumo. Isso ocorre em 2 a 10% dos vinhos. Alguns acreditam que a rolha permite uma troca de ar muito pequena com o vinho e, portanto, seria boa, mas na verdade, o melhor é a ausência de qualquer contato para o amadurecimento.
Rolhas naturais
As rolhas naturais são obtida a partir da cortiça. É produto natural e elástico. Quanto mais lisa sua superfície, melhor a qualidade da rolha.
Rolhas aglomeradas
São rolhas feitas a partir de granulado de cortiça ligados pela seiva da árvore. São mais baratos do que as rolhas naturais. As melhores têm uma camada de rolha natural nas extremidades para impedir que o vinho altere seu sabor ao entrar em contato com a seiva, como alguns acreditam.
Rolhas trabalhadas
São rolhas que passam por processos para melhorar sua qualidade, como a esterilização por microrondas. Há o chamado "Subrease", que é um método usado para neutralizar substâncias.
Rolhas artificiais
São uma alternativa inteligente. É feita de polietileno ou mistura de teflon, com ótimos resultados. No entanto, não se sabe se dura o suficiente para o envelhecimento do vinho, por dificuldade de teste quanto a esse ponto. O problema é que causa maiores danos relativos ao meio ambiente.
Rosca
É a melhor tampa, se se pensar logicamente. Barata e efetiva, prática e durável. No entanto, está associada ao vinho de qualidade inferior. Na Suíça, essa discriminação já está sendo ultrapassada.
Rolha coroa
É muito utilizada na Áustria.
Outras alternativas
Atualmente, há várias alternativas desenvolvidas no mundo inteiro, como, por exemplo, a tampa de vidro, que é fechada juntamente com a garrafa.