Trata-se de uma medida prevista no dramático pacote econômico, que foi endereçada aos diplomatas britânicos. O Secretário das Relações Exteriores, Henry Bellingham, disse na sexta-feira, que o Ministério deve visar o lucro a partir da venda dos vinhos de maior valor de suas adegas centenárias.
Até o fim de 2015, haveria isenção do pagamento de imposto para novos vinhos que seriam oferecidos em cerimônias ou outros eventos do governo. Assim, a receita obtida através das vendas dos vinhos caros, que hoje lotam as adegas, deveriam servir para a compra de novas e mais acessíveis mercadorias, que podem tornar-se valiosas no decorrer das décadas, afirma Bellingham.
O Ministério das Relações Exteriores possui 40.000 garrafas armazenadas, das quais parte é de vinho exclusivo de alta qualidade. Entre elas, encontram-se exemplares de um Château Pétrus, safra 1978, que custa 2.500 libras (2.900 euros) e de um Château Latour, safra 1955, no valor de 1.000 libras (1.140 euros) a garrafa.