Após o encontro realizado nessa semana das organizações nacionais e internacionais „“Vinos de Chile“, “Wines of Chile“ bem como dos distribuidores, foi verificado que a perda total foi de cerca de 12,5 % dos vinhos armazenados, o que corresponde ao valor aproximado de cerca de 250 milhões de dólares. No entanto, a perda não será dessa monta, já que os vinhos estavam segurados, afirma Reno Merino, Presidente da “Wines of Chile” para a Decanter.
Os tremores de terra atingiram as adegas da região de Maule, Cachapoel e Clochagua. Maipo, Casablance e Bio Bio foram muito pouco atingidas. “Os investimentos dos últimos anos em infraestrutura contra terremotos valeram a pena”, diz Reno Merino. “Os maiores prejuizos foram sentidos em adegas e prédios antigos. As vinícolas modernas quase não foram atingidas, e os vinhedos também não“.
De acordo com Merino, a safra de 2010 praticamente não foi atingida, tendo sido interrompida a colheita durante uma semana. “Enquanto o terremoto foi uma catástrofe para o pais, a indústria do vinho saiu apenas com um olho roxo“, diz Merino.